quinta-feira, 28 de abril de 2011

O que é Sala de recurso?

O que é Sala de recurso? Direitos dos alunos, dever da escola.

Atendimento Educacional Especializado

As pessoas com necessidades educacionais especiais têm assegurado pela Constituição Federal de 1988, o direito à educação (escolarização) realizada em classes comuns e ao atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização, que deve ser realizado preferencialmente em salas de recursos na escola onde estejam matriculados, em outra escola, ou em centros de atendimento educacional especializado. Esse direito também está assegurado na LDBEN – Lei nº. 9.394/96, no parecer do CNE/CEB nº. 17/01, na Resolução CNE/CEB nº. 2, de 11 de setembro de 2001, na lei nº. 10.436/02 e no Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
O Atendimento Educacional Especializado é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com Necessidades Educativas Especiais. Este pode ser em uma Sala de Recursos Multifuncionais, ou seja, um espaço organizado com materiais didáticos, pedagógicos, equipamentos e profissionais com formação para o atendimento às necessidades educacionais especiais, projetadas para oferecer suporte necessário às necessidades educacionais especiais dos alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento. Esse atendimento deverá ser paralelo ao horário das classes comuns. Uma mesma sala de recursos, conforme cronograma e horários pode atender alunos com, altas habilidades/superdotação, dislexia, hiperatividade, déficit de atenção ou outras necessidades educacionais especiais.
...uma nova gestão dos sistemas educacionais prevê a prioridade de ações de ampliação do acesso à Educação Infantil, o desenvolvimento de programas para professores a adequação arquitetônica dos prédios escolares para a acessibilidade. Preconiza também a organização de recursos técnicos e de serviços que promovam a acessibilidade pedagógica e nas comunicações aos alunos com necessidades educacionais especiais em todos os níveis, etapas e modalidades da educação. ( ALVES, 2006, p. 11)

Os princípios para organização das salas de recursos multifuncionais partem da concepção de que a escolarização de todos os alunos, com ou sem necessidades educacionais especiais, realiza-se em classes comuns do Ensino Regular, quando se reconhece que cada criança aprende e se desenvolve de maneira diferente e que o atendimento educacional especializado complementar e suplementar a escolarização podem ser desenvolvidos em outro espaço escolar.
Freqüentando o ensino regular e o atendimento especializado, o aluno com necessidades educacionais especiais tem assegurado seus direitos, sendo de responsabilidade da família, da Escola, do Sistema e da sociedade.

AS Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 2001, em seu artigo 2° orientam que: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidades para todos”. (Alves, 2006, p.11)


O atendimento educacional especializado constitui parte diversificada do currículo dos alunos com necessidades educacionais especiais, organizado institucionalmente para apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. Dentre as atividades curriculares específicas desenvolvidas no atendimento educacional especializado em salas de recursos se destacam: o ensino de Libras, o sistema Braille e o soroban, a comunicação alternativa, o enriquecimento curricular, dentre outros, até mesmo o apoio educacional aos professores que estão na sala de aula com o aluno.
Esse atendimento não pode ser confundido com reforço escolar ou mera repetição dos conteúdos programáticos desenvolvidos na sala de aula, mas devem constituir um conjunto de procedimentos específicos mediadores do processo de apropriação e produção de conhecimentos.
Os alunos atendidos na Sala de Recursos são aqueles que apresentam alguma necessidade educacional especial, temporária ou permanente. Entre eles estão os alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares, os alunos com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais, os alunos que evidenciem altas habilidades/superdotação e que apresentem uma grande facilidade ou interesse em relação a algum tema ou grande criatividade ou talento específico. Também fazem parte destes grupos, os alunos que enfrentam limitações no processo de aprendizagem devido a condições, distúrbios, disfunções ou deficiências, tais como: autismo, hiperatividade, déficit de atenção, dislexia, deficiência física, paralisia cerebral e outros.
O professor da Sala de Recursos (formado em Pedagogia/Educação Especial) deve atuar, como docente, nas atividades de complementação ou suplementação curricular específica que constituem o atendimento educacional especializado; atuar de forma colaborativa com o professor da classe comum para a definição de estratégias pedagogias que favoreçam o acesso do aluno com necessidades educacionais especiais ao currículo e a sua interação no grupo; promover as condições de inclusão desses alunos em todas as atividades da escola; orientar as famílias para o seu envolvimento e a sua participação no processo educacional; informar a comunidade escolar a cerca da legislação e normas educacionais vigentes que asseguram a inclusão educacional; participar do processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às necessidades especiais dos alunos; preparar material específico para o uso dos alunos na sala de recursos; orientar a elaboração de material didático-pedagógico que possam ser utilizados pelos alunos nas classes comuns do ensino regular; indicar e orientar o uso de equipamentos e materiais específicos e de outros recursos existentes na família e na comunidade e articular, com gestores e professores, para que o projeto pedagógico da instituição de ensino se organize coletivamente numa perspectiva de educação inclusiva.

Fonte: http://educadoraespecial.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Corpo Humano

Parte das aulas sobre o corpo humano com os alunos da Sala de Recurso Multifuncional.


-Com estas aulas os alunos deverão ser capazes de:Identificar todas as partes do corpo; Conhecer as partes do corpo; Reconhecer os sentidos; Identificar e diferenciar as partes do próprio corpo.





-Atividades de Psicomotricidade;



-Estimular o raciocínio, a socialização e a atenção através de brincadeiras tais como:
-Ginástica orientada com músicas;
- Pular com o pé direito, esquerdo;

- Arremesso de bola com a mão direita, esquerda;
-Montagem de bonecos com o corpo humano;


ATIVIDADES
Música Os Dedinhos ( Eliana )
Polegares, Polegares, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Indicadores, Indicadores, onde estão? Aqui estão Dedos médios, Dedos médios, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Anelares, Anelares, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Dedos mínimos, Dedos mínimos, onde estão? Aqui estão, Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Todos os dedos, todos os dedos, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, ese vão, E se vão O professor deve propiciar atividades diversas de Psicomotricidade:


Pular em um pé som ao ritmo de uma música;



Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;



Subir e descer escadas ao ouvir determinados sons;



Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;



Virar cambalhota com auxílio do professor em um colchonete;



Vestir e desvestir-se, com a roupa pedida, a cada ordem do professor;



Dançar em diferentes ritmos;



Pular entre bambolês;


Imitar animais;


Andar em curvas;



Arremessar e agarrar bolas;


Brincar de Morto-Vivo;


Brincar de Estátua; Brincar de cabra- cega;



Inúmeras outras atividades de acordo com a necessidade dos alunos PODERÃO SEREM TRABALHADAS.



Sugestões de Alguns Jogos de Trabalho com corpo e explorando os sentidos:



1-Caçador de tartarugas: Os jogadores dispersam-se pelo pátio: são as tartarugas. Ao sinal, o caçador sai correndo para pegar as tartarugas. Estas evitarão ser apanhadas deitando-se de costas, pernas e braços encolhidos, imitando tartaruga deitada de costas. Enquanto estiverem nesta posição, não poderão ser caçadas. O jogador que for apanhado será eliminado.






2 – Jogo das Cores: Sentados em círculos, os alunos devem aguardar a indicação do professor. Ao indicar uma cor, exemplo: verde – Todos devem sair correndo e tocar em algo da cor indicada.


3 – Me dá um abraço: Os alunos devem estar distantes um do outro. Ao sinal especificado: Três palminhas dadas pelo professor, por exemplo, todos devem correr e encontrar um amigo para abraçar.



4 - Lobos e Carneirinhos: Formação: Traçar no chão duas linhas afastadas cerca de 20 metros uma da outra. As crianças são divididas em dois grupos: lobos e Carneirinhos. Cada grupo se coloca atrás de uma linha. O grupo dos lobos fica de costas para o grupo dos Carneirinhos. Desenvolvimento: Ao sinal do professor, os Carneirinhos saem a caminhar, o mais silenciosamente possível, em direção aos lobos. Quando estiverem bem próximo deles o professor diz: “Cuidado com os lobos”!Estes, então, voltam-se rapidamente em partem em perseguição aos Carneirinhos. Os Carneirinhos apanhados antes de alcançar a linha original (de onde vieram) passam a ser lobos. Na repetição da brincadeira invertem-se os papéis. Sugestão: Antes de proporcionar essa brincadeira, é interessante que se explore o que se sabe e se discuta sobre esses animais: Como são? Quem já viu um carneirinho? Quem já viu um lobo? Onde? Quando? Se viu o que achou do animal? Vamos imitar um lobo? Vamos imitar um carneirinho? Explorar o tema de acordo com o interesse das crianças.








sábado, 26 de fevereiro de 2011

Projetos


PROJETO

“APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS”

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

Professora: Waldety Costa Tasso

Coordenação Pedagógica: Gilma dos Santos

Direção: Rosalinda Pelegrini de Oliveira Araujo

Escola Estadual Norberto Schwantes-Ano Letivo de 2011

Terra Nova do Norte – MT

JUSTIFICATIVA

A iniciativa da proposta deste projeto está embasada segundo a nota técnica SEESP/GAB/Nº 11/2010 do Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial e Esplanada dos Ministérios, que se trata das Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares.

A educação inclusiva, fundamentada em princípios filosóficos, políticos e legais dos direitos humanos, compreende a mudança de concepção pedagógica, de formação docente e de gestão educacional para a efetivação do direito de todos à educação, transformando as estruturas educacionais que reforçam a oposição entre o ensino comum e especial e a organização de espaços segregados para alunos público alvo da educação especial.

Nesse contexto, o desenvolvimento inclusivo das escolas assume a centralidade das políticas públicas para assegurar as condições de acesso, participação e aprendizagem de todos os alunos nas escolas regulares, em igualdade de condições.

Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial é definida como uma modalidade de ensino transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado – AEE de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público alvo da educação especial.

O Decreto nº 6.571/2008 dispõe sobre o atendimento educacional especializado, definido no §1º do art.1º, como o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente e prestados de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. No §2º do art.1º, determina que o AEE integra a proposta pedagógica da escola, envolvendo a participação da família e a articulação com as demais políticas públicas.

Dentre as ações de apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação previstas nesse Decreto, destaca-se, no art.3º, a implantação de salas de recursos multifuncionais, definidas como “ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos para a oferta do atendimento educacional especializado”.

Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, a Resolução CNE/CEB nº 4/2009, no art. 1º, estabelece que os sistemas de ensino devem matricular os alunos, público alvo da educação especial nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou centros de atendimento educacional especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos; e no seu art.4º define o público alvo do AEE como:

I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Ret, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação; III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.

Para a Escola Estadual Norberto Schwantes em Terra Nova do Norte-MT, Educar é ir além do convencional, ter coragem de ousar. Mudar é compromisso de cada um de nós, e mudar o que aí está posto necessita coragem para ousar e é nesta visão que a escola se propõe ao atendimento do aluno:

a) Atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestados de forma complementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular;

b) Articulação e interface entre os professores das salas de recursos multifuncionais e os demais professores das classes comuns de ensino regular;

c) Plano de AEE: identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas do aluno; planejamento das atividades a serem realizada avaliação do desenvolvimento e acompanhamento dos alunos; oferta de forma individual ou em pequenos grupos; periodicidade e carga horária; e outras informações da organização do atendimento conforme as necessidades de cada aluno;

d) Existência de espaço físico adequado para a sala de recursos multifuncionais; de mobiliários, equipamentos, materiais didático-pedagógicos e outros recursos específicos para o AEE, atendendo as condições de acessibilidade;

Os projetos que serão desenvolvidos no decorrer do ano letivo, na Sala de Recurso Multifuncional, visão atender o aluno de uma forma abrangente na linguagem oral e escrita, coordenação motora, conhecimento corporal e lateralidade, orientação espaço-temporal, habilidades psicomotoras (no processo de alfabetização), conhecimento lógico-matemático, conhecimento de mundo, percepção, expressão Musical e dramatização.

OBJETIVO GERAL

· Desenvolver estímulos indispensáveis ao pleno desenvolvimento afetivo, cognitivo e social da criança, criando para isto situações adequadas ao seu desenvolvimento, socialização e diminuir os efeitos de problemas decorrentes do meio e demais estímulos referentes à aprendizagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

· Identificar dificuldade que induzem o aluno a conceitos diferenciados dos almejados em relação a determinados conteúdos.

· Introduzir o educando no mundo do pensamento mais ativo e organizado, através do trabalho individualizado, o uso de material de manipulação, tecnologia e a observação.

· Proporcionar estímulos que garanta a criança o desenvolvimento máximo de suas potencialidades.

METODOLOGIA

A Sala de Recursos multifuncional tem a função de estimular a aprendizagem, desenvolvendo atividades de linguagem oral, afetiva e escrita, através do uso de material de manipulação, sempre que possível, para facilitar a formação de conceitos abstratos, atividades lúdicas, brinquedos cantados e outros, pois quanto mais a criança age, mais desenvolve as estruturas que lhe permite significado ao seu comportamento e as coisas.

Nas estratégias a serem trabalhadas prevê-se o trabalho com aula de campo, DVDs, programas de computador, pesquisas digitação, jogos didáticos, carimbos, leituras diversas: individualizada, silenciosa, de figuras, de imagens (vídeo, DVDs, TV), trabalho envolvendo rótulos e outros recursos disponíveis nesta unidade escolar

A metodologia será aplicada de acordo com a grade curricular do ensino regular fazendo intervenções de acordo com a limitação de cada aluno. Como estratégia principal será observado a potencialidade de cada aluno. Usaremos os recursos didáticos e pedagógicos existentes na escola além de visitas planejadas aos órgãos públicos, favorecendo ao aluno a formação de conceitos resultando na aprendizagem.

O atendimento do aluno acontecerá no contra turno de acordo com a necessidade de cada um ou o mesmo será durante o período de aula, quando o aluno apresentar dificuldade de estar na escola, devido à distância do colégio e o uso do transporte escolar.

O Plano de AEE (EM CONSTRUÇÃO)

Objetivos Previstos: (EM CONSTRUÇÃO)

Superação das dificuldades motoras, de evolução conceitual, de atenção e de concentração.

Atividades do Plano (EM CONSTRUÇÃO)

Para o desenvolvimento da capacidade grafomotora e da motricidade ampla: atividades de desenho, pintura e o uso de diferentes instrumentos como suporte para sua expressão gráfica, como, por exemplo, o computador; uso de massa de modelar; a construção de maquetes; dentre outras atividades. Deslocamentos em ambientes abertos através da expressão corporal com o uso de variados recursos, tais como bolas, arcos, dentre outros.

Para desenvolvimento de conceitos, desenhar, jogo simbólico, dramatização, pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com variados gêneros textuais. Todas as atividades devem ser contextualizadas e significativas para a criança e devem ser realizadas em situações lúdicas.

Atenção e concentração

Jogos educativos diversos.

Oralidade

Relatos orais, registro oral de passeios, visitas, atividades de dramatização e brincadeiras livres que permitam ao aluno exercitar sua capacidade criativa e de expressão verbal. Interlocução entre a professora do AEE e a da sala de aula do ensino comum Visa a conhecer os efeitos do plano de EE no comportamento do aluno em sala de aula.

MATERIAIS DIDÁTICOS

- lupas;

- bolas diversas;

- 02 bolas de Pilates;

- bambolês,

- caixas de giz de cera;

- tesouras (grandes);

- cola tenaz;

- caixas de massa de modelar;

- ábacos;

- E.V.A de cores variadas (03 de cada cor);

-caixas de tinta guache,

- canetas marcar CD azul e preta)

- pincéis (espessuras variadas);

- rolo de papel bobina;

- resma de papel sulfite;

- cadernos pequenos (alunos do matutino e vespertino);

- papel crepom de cores variadas;

- papel camurça de cores variadas;

- papel para dobradura;

- papel cartão;

- caixas de palito de dente;

-maços de fósforo;

- pacotes de canudinhos;

- pacotes de bexiga (balão);

- tecido pintura;

- tecido (bordado p/ vagonite e ponto cruz);

- T.N.T (cores variadas);

- agulha de costura (de mão);

- agulhas de crochê;

- linhas de costura diversas;

- 10 m corda;

- 06 cones grandes

- 01 rolo de barbante;

- bastões de cola quente;

- 01 extensão;

- 01 T (para tomada);

- colchonetes;

- cabos de vassoura;

- pregos (pequenos e médio);

- feltro (diversas cores);

- Obs.: Os materiais de consumo serão utilizados bimestralmente.

RECURSOS DIDÁTICOS

- fantoches, brinquedos de encaixes, dedoches, quadro valor lugar, álbum seriado, livro de pano, livros paradidáticos e didáticos, dicionário de libras, quebra-cabeça variados, - blocos de madeira, garrafas pet, caixas de leite, material dourado, alfabeto móvel, jogos de memória variados, revistas e jornais velhos, livros diversos, sucatas e outros, tudo o que for necessário para enriquecer o trabalho dentro da proposta curricular da escola, contemplando o cotidiano e as especificidades de cada aluno.

RECURSOS TECNOLÓGICOS

Cada vez mais a linguagem cultural inclui o uso de diversos recursos tecnológicos para produzir processos comunicativos, utilizando-se diferentes códigos de significação (novas maneiras de se expressar e se relacionar). Inúmeros meios audiovisuais e multimídia disponibilizam dados e informações, permitindo novas formas de comunicação, além dos meios gráficos. As tecnologias da comunicação possibilitam novas formas de ordenação da experiência humana, com grandes reflexos, principalmente na cognição e na atuação humana sobre o meio e sobre si mesmo.

É fundamental que a instituição escolar integre a cultura tecnológica extracurricular ao seu cotidiano, proporcionando aos alunos o desenvolvimento de habilidades para utilização dos novos instrumentos de aprendizagem. A televisão é um meio de comunicação que oferece grande variedade de informações utilizando basicamente imagens e sons, o que a faz não depender necessariamente da cultura letrada, que não pode ser desconsiderada pela instituição escolar. É um meio de transmissão de programas, algumas vezes com finalidades educacionais, dirigidos a professores e alunos.

Já o computador é uma ferramenta que possibilita o estabelecimento de novas relações para a construção do conhecimento e da comunicação. O computador permite criar ambientes de aprendizagem que fazem surgir novas formas de pensar e aprender e, principalmente, de se comunicar. Para que os alunos não sejam receptores passivos é necessário contextualizar essas programações, levando em consideração as necessidades, interesses e condições de aprendizagem dos alunos.

- diversos tipos alternativos de comunicação;

- vídeos diversos;

- DVDs;

- aparelho de som;

- caixa de som;

- microfone;

- computador;

- impressora;

- softwares educativos;

- data show;

- máquina fotográfica digital

DURAÇÃO DO PROJETO

A execução deste projeto se dará ao longo do ano letivo, com possibilidade de se estender por mais tempo de acordo com as necessidades do aluno, até que a aprendizagem atenda aos objetivos propostos.

Computador e Educação? Uma ótima combinação

Como diz o Professor José Armando Valente em seu texto: ...O computador é apenas e tão somente um meio onde desenvolvemos inteligência, flexibilidade, criatividade e inteligências mais críticas... Ainda: ... Podemos concluir que com o uso do computador, mesmo as tarefas mais simples, como desenhar na tela, escrever um texto, etc..., são suficientemente ricas e complexas, permitindo o desenvolvimento de uma série de habilidades que ajudam na solução de problemas, levando o aluno a aprender através de seus erros...

Para tal utilizareis programas que despertem o raciocínio lógico matemático, produção de textos, artes entre outros recursos que as mídias nos proporcionam.

REFERÊNCIAS

NOTA TÉCNICA – SEESP/GAB/Nº 11/2010 - Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares.

Disponível em: http://www.sistti.com.br/syene/m1_principal.htm Acesso 20/02/2011

Marcos Seesp-Mec Fasciculo II.qxd 10/11/2010 Disponível em: http://portal.mec.gov.br Acesso 20/02/2011

ALMEIDA, Anne. Ludicidade como instrumento pedagógico. Disponível em: http://www.cdof.com.br/recrea22.htm. Acesso no dia 19 de fevereiro de 2006.
NUNES, Ana Raphaella Shemany. O lúdico na aquisição da segunda língua. Disponível em: http://www.linguaestrangeira.pro.br/artigos_papers/ludico_linguas.htm. Acesso no dia 16 de fevereiro de 2006.
VELASCO, Cacilda Gonçalves. Brincar: o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1996

VEIGA, Marise Schmidt. Computador e Educacão? Uma ótima combinação. Petrópolis, 2001. Pedagogia em Foco. Disponível em: . Acesso em 20/02/2011

Ao usar estes textos, respeitar as referências bibliográficas e citar este blog.

ANEXO I – Fichas de encaminhamento

ANEXO I I - Relação dos alunos e suas...

ANEXO III - Projetos a serem trabalhados em 2011. ( Projeto Interação, neste projeto acontece a interação entre todos alunos da sala e oportunamente a participação dos pais; Projeto Artesanato, Projeto Bandinha)...

Atividades

AULAS SOBRE O CORPO HUMANO

http://projetosemsala.blogspot.com/2011/04/corpo-humano.html

PÁSCOA


Alfabeto Maiúsculo- bastão pontilhado

Painel Sílabas-Alfabetização


Alfabeto Minúsculo Pontilhado