Sala de Recurso Multifuncional

"Se uma criança não pode aprender da maneira que é ensinada, é melhor ensiná-la da maneira que ela pode aprender."

(MARION WELCHMANN)









quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ficha Individual De Encaminhamento Do Aluno Sala De Recursos


ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE TERRA NOVA DO NORTE
ESCOLA ESTADUAL NORBERTO SCHWANTES
FICHA INDIVIDUAL DE ENCAMINHAMENTO DO ALUNO
SALA DE RECURSOS
Atendimento Educacional Especializado


RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO
2011
ESCOLA __________________________________________
ALUNO____________________________________________ DN____/____/______
SÉRIE___________________TURNO___________PROFESSOR (A) _____________
LAUDO: ( ) SIM ( ) NÃO
ESPECIFIQUE: _____________________________
DIA E HORÁRIO DE ATENDIMENTO:______________________________
ASPECTOS DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA/COMUNICAÇÃO

PENSAMENTO LÓGICO-MATEMÁTICA
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SOCIALIZAÇÃO / COMPORTAMENTO
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ASPECTOS FÍSICOS / MOTRICIDADE
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EXPRESSÃO ARTÍSTICA
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AVD (atividades da vida diária) – AVP (atividades da vida profissional)
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OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES
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INTERVENÇÕES A SEREM REALIZADAS
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ORIENTAÇÕES À EQUIPE ESCOLAR
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PROF. DA SALA MULTIFUNCIONAL:
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OBS: Anexar ao relatório uma produção da criança.


Aos colegas que copiarem para postar em seus blogs, favor dar as devidas referências
deixem seu comentário.

ABRAÇOS PEDAGÓGICOS

O que é Sala de recurso?

O que é Sala de recurso? Direitos dos alunos, dever da escola.

Atendimento Educacional Especializado

As pessoas com necessidades educacionais especiais têm assegurado pela Constituição Federal de 1988, o direito à educação (escolarização) realizada em classes comuns e ao atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização, que deve ser realizado preferencialmente em salas de recursos na escola onde estejam matriculados, em outra escola, ou em centros de atendimento educacional especializado. Esse direito também está assegurado na LDBEN – Lei nº. 9.394/96, no parecer do CNE/CEB nº. 17/01, na Resolução CNE/CEB nº. 2, de 11 de setembro de 2001, na lei nº. 10.436/02 e no Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
O Atendimento Educacional Especializado é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com Necessidades Educativas Especiais. Este pode ser em uma Sala de Recursos Multifuncionais, ou seja, um espaço organizado com materiais didáticos, pedagógicos, equipamentos e profissionais com formação para o atendimento às necessidades educacionais especiais, projetadas para oferecer suporte necessário às necessidades educacionais especiais dos alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento. Esse atendimento deverá ser paralelo ao horário das classes comuns. Uma mesma sala de recursos, conforme cronograma e horários pode atender alunos com, altas habilidades/superdotação, dislexia, hiperatividade, déficit de atenção ou outras necessidades educacionais especiais.
...uma nova gestão dos sistemas educacionais prevê a prioridade de ações de ampliação do acesso à Educação Infantil, o desenvolvimento de programas para professores a adequação arquitetônica dos prédios escolares para a acessibilidade. Preconiza também a organização de recursos técnicos e de serviços que promovam a acessibilidade pedagógica e nas comunicações aos alunos com necessidades educacionais especiais em todos os níveis, etapas e modalidades da educação. ( ALVES, 2006, p. 11)

Os princípios para organização das salas de recursos multifuncionais partem da concepção de que a escolarização de todos os alunos, com ou sem necessidades educacionais especiais, realiza-se em classes comuns do Ensino Regular, quando se reconhece que cada criança aprende e se desenvolve de maneira diferente e que o atendimento educacional especializado complementar e suplementar a escolarização podem ser desenvolvidos em outro espaço escolar.
Freqüentando o ensino regular e o atendimento especializado, o aluno com necessidades educacionais especiais tem assegurado seus direitos, sendo de responsabilidade da família, da Escola, do Sistema e da sociedade.

AS Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 2001, em seu artigo 2° orientam que: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidades para todos”. (Alves, 2006, p.11)


O atendimento educacional especializado constitui parte diversificada do currículo dos alunos com necessidades educacionais especiais, organizado institucionalmente para apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. Dentre as atividades curriculares específicas desenvolvidas no atendimento educacional especializado em salas de recursos se destacam: o ensino de Libras, o sistema Braille e o soroban, a comunicação alternativa, o enriquecimento curricular, dentre outros, até mesmo o apoio educacional aos professores que estão na sala de aula com o aluno.
Esse atendimento não pode ser confundido com reforço escolar ou mera repetição dos conteúdos programáticos desenvolvidos na sala de aula, mas devem constituir um conjunto de procedimentos específicos mediadores do processo de apropriação e produção de conhecimentos.
Os alunos atendidos na Sala de Recursos são aqueles que apresentam alguma necessidade educacional especial, temporária ou permanente. Entre eles estão os alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares, os alunos com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais, os alunos que evidenciem altas habilidades/superdotação e que apresentem uma grande facilidade ou interesse em relação a algum tema ou grande criatividade ou talento específico. Também fazem parte destes grupos, os alunos que enfrentam limitações no processo de aprendizagem devido a condições, distúrbios, disfunções ou deficiências, tais como: autismo, hiperatividade, déficit de atenção, dislexia, deficiência física, paralisia cerebral e outros.
O professor da Sala de Recursos (formado em Pedagogia/Educação Especial) deve atuar, como docente, nas atividades de complementação ou suplementação curricular específica que constituem o atendimento educacional especializado; atuar de forma colaborativa com o professor da classe comum para a definição de estratégias pedagogias que favoreçam o acesso do aluno com necessidades educacionais especiais ao currículo e a sua interação no grupo; promover as condições de inclusão desses alunos em todas as atividades da escola; orientar as famílias para o seu envolvimento e a sua participação no processo educacional; informar a comunidade escolar a cerca da legislação e normas educacionais vigentes que asseguram a inclusão educacional; participar do processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às necessidades especiais dos alunos; preparar material específico para o uso dos alunos na sala de recursos; orientar a elaboração de material didático-pedagógico que possam ser utilizados pelos alunos nas classes comuns do ensino regular; indicar e orientar o uso de equipamentos e materiais específicos e de outros recursos existentes na família e na comunidade e articular, com gestores e professores, para que o projeto pedagógico da instituição de ensino se organize coletivamente numa perspectiva de educação inclusiva.

Fonte: http://educadoraespecial.blogspot.com/

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Corpo Humano

Parte das aulas sobre o corpo humano com os alunos da Sala de Recurso Multifuncional.


-Com estas aulas os alunos deverão ser capazes de:Identificar todas as partes do corpo; Conhecer as partes do corpo; Reconhecer os sentidos; Identificar e diferenciar as partes do próprio corpo.





-Atividades de Psicomotricidade;



-Estimular o raciocínio, a socialização e a atenção através de brincadeiras tais como:
-Ginástica orientada com músicas;
- Pular com o pé direito, esquerdo;

- Arremesso de bola com a mão direita, esquerda;
-Montagem de bonecos com o corpo humano;


ATIVIDADES
Música Os Dedinhos ( Eliana )
Polegares, Polegares, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Indicadores, Indicadores, onde estão? Aqui estão Dedos médios, Dedos médios, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Anelares, Anelares, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Dedos mínimos, Dedos mínimos, onde estão? Aqui estão, Eles se saúdam, eles se saúdam, e se vão, E se vão Todos os dedos, todos os dedos, onde estão? Aqui estão Eles se saúdam, eles se saúdam, ese vão, E se vão O professor deve propiciar atividades diversas de Psicomotricidade:


Pular em um pé som ao ritmo de uma música;



Andar em cima de uma linha traçada no chão com uma bola na mão;



Subir e descer escadas ao ouvir determinados sons;



Engatinhar, saltar, com ritmo ou livremente;



Virar cambalhota com auxílio do professor em um colchonete;



Vestir e desvestir-se, com a roupa pedida, a cada ordem do professor;



Dançar em diferentes ritmos;



Pular entre bambolês;


Imitar animais;


Andar em curvas;



Arremessar e agarrar bolas;


Brincar de Morto-Vivo;


Brincar de Estátua; Brincar de cabra- cega;



Inúmeras outras atividades de acordo com a necessidade dos alunos PODERÃO SEREM TRABALHADAS.



Sugestões de Alguns Jogos de Trabalho com corpo e explorando os sentidos:



1-Caçador de tartarugas: Os jogadores dispersam-se pelo pátio: são as tartarugas. Ao sinal, o caçador sai correndo para pegar as tartarugas. Estas evitarão ser apanhadas deitando-se de costas, pernas e braços encolhidos, imitando tartaruga deitada de costas. Enquanto estiverem nesta posição, não poderão ser caçadas. O jogador que for apanhado será eliminado.






2 – Jogo das Cores: Sentados em círculos, os alunos devem aguardar a indicação do professor. Ao indicar uma cor, exemplo: verde – Todos devem sair correndo e tocar em algo da cor indicada.


3 – Me dá um abraço: Os alunos devem estar distantes um do outro. Ao sinal especificado: Três palminhas dadas pelo professor, por exemplo, todos devem correr e encontrar um amigo para abraçar.



4 - Lobos e Carneirinhos: Formação: Traçar no chão duas linhas afastadas cerca de 20 metros uma da outra. As crianças são divididas em dois grupos: lobos e Carneirinhos. Cada grupo se coloca atrás de uma linha. O grupo dos lobos fica de costas para o grupo dos Carneirinhos. Desenvolvimento: Ao sinal do professor, os Carneirinhos saem a caminhar, o mais silenciosamente possível, em direção aos lobos. Quando estiverem bem próximo deles o professor diz: “Cuidado com os lobos”!Estes, então, voltam-se rapidamente em partem em perseguição aos Carneirinhos. Os Carneirinhos apanhados antes de alcançar a linha original (de onde vieram) passam a ser lobos. Na repetição da brincadeira invertem-se os papéis. Sugestão: Antes de proporcionar essa brincadeira, é interessante que se explore o que se sabe e se discuta sobre esses animais: Como são? Quem já viu um carneirinho? Quem já viu um lobo? Onde? Quando? Se viu o que achou do animal? Vamos imitar um lobo? Vamos imitar um carneirinho? Explorar o tema de acordo com o interesse das crianças.