terça-feira, 31 de maio de 2011

O STRESS PODE TRANSFORMAR A CRIANÇA NUM ADULTO FRAGILIZADO




O STRESS PODE TRANSFORMAR A CRIANÇA NUM ADULTO FRAGILIZADO

Criança não brinca mais de carrinho de caixinha de fósforo, boizinho de chuchu, peão, amarelinha, ciranda-cirandinha e o jogo das cinco marias, por exemplo. A maior das responsabilidades infantis, brincar, está esquecida. Hoje, criança tem agenda como um alto executivo. São compromissos como judô, ballet, computação, inglês, espanhol, música, dança etc. que preenchem o dia todo. Além disso, há o computador, que é motivo de muita dor-de-cabeça para os pais. "Os jogos do computador deixam a criança muito excitada. Suas imagens são brilhantes, rápidas, podem inibir a criatividade da criança e é, hoje em dia, uma agente estressor para muitas famílias", comenta Dra. Gladys Maria Cunha Tavares, diretora clínica do Hospital e Maternidade Santa Marina.
Embora não pareça, as crianças não estão prontas para tanta atividade e informação nem no seu ambiente familiar, onde muitas vezes elas participam de todos os assuntos, inclusive os "de adulto". Além das conseqüências que podem atrapalhar a vida infantil, o stress pode transformar a criança num adulto fragilizado.
Depois de anos ministrando palestras sobre o assunto, ela destaca a importância de se tratar o stress comparando-o a um violão. Quando as cordas estão frouxas, há um relaxamento em demasia, quando estão muito tensas, estão duras demais. Há uma medida certa, quando o violão está afinado corretamente. Se o stress persiste, acaba buscando energia em outros locais do organismo, como açúcares e gordura, propiciando desarranjos no organismo.
O stress na primeira fase, "o bom stress", segundo Dra. Gladys, é o estado de alerta, quando as crianças prestam maior atenção, estão preparadas, de prontidão, plugadas no mundo. Nesta fase, as reações são: dilatação das pupilas, palpitação, respiração alterada, frieza nas mãos e nos pés, tensão muscular, inibição da digestão e boca seca. A segunda fase é a resistência, em que persiste o desgaste necessário à manutenção do estado de alerta. O organismo continua sendo provido com fontes de energia rapidamente mobilizadas, aumentando a potencialidade para outras ações no caso de novos perigos, ajustando-se à situação em que se encontra. As reações podem ser de resistência do organismo em relação a infecções, sensação de desgaste, provocando cansaço, choro, mau rendimento escolar e irritação. Com a permanência dos estímulos estressores, há a terceira fase, denominada de exaustão, ou esgotamento, quando há uma queda na imunidade e o surgimento da maioria das doenças, como, por exemplo, alergias, problemas respiratórios, alteração de peso, depressão, ansiedade, fobias, alterações do sono, úlcera/gastrite, dificuldade de concentração e bruxismo. Estudos demonstram que crianças estressadas apresentam uma perda de 13% de suas habilidades na escola.


1. Quando o adulto está estressado, a criança reflete a situação em que ele está. Geralmente são pais que se apavoram diante de acontecimentos da vida. Cabe ao adulto perceber e reverter a situação. O melhor é buscar o agente estressor em primeiro lugar.

Possíveis agentes estressores
Sintomas físicos
Sintomas psicológicos
Tratamento
mudanças constantes
dor de barriga
terror noturno
paciência
responsabilidade em excesso
diarréia
introversão súbita
prazer em estar com a criança
muitas atividades
tique nervoso
medo ou choro excessivo
aceitação
brigas ou separações de pais
dor de cabeça
agressividade
calma diante dos problemas
problemas na escola
náuseas
impaciência
valorização
morte na família
hiperatividade
pesadelos
brincadeiras
exigência ou rejeição por parte dos colegas
enurese (urina) noturna
ansiedade
respeito ao ritmo das crianças
disciplina confusa por parte dos pais
gagueira
dificuldades interpessoais
diálogo e consenso entre os pais.
doenças
tensão muscular
desobediência
paciência/atitude realista
hospitalização
falta de apetite
insegurança
respeito ao ritmo da criança
troca de professores ou de escola
mãos frias e suadas
hipersensibilidade
paciência / diálogo
mudança de babá


atitude realista
fatores internos como timidez, depressão, desejo de agradar e ansiedade
dor de cabeça

náusea

suor
isolamento

ansiedade

insegurança
buscar apoio terapêutico (psicológico)
Fonte: Assessoria de Imprensa
Consulta
Revista Ao Mestre com carinho



Alunos da Sala de Recurso Multifuncional. Escola Estadual Norberto Schwantes.
Professora: Waldety





domingo, 8 de maio de 2011

Homenagem ao Dia do Goleiro

Homenagem ao Dia do Goleiro


Goleiro Artilheiro
Guto e Nando

Ele é forte, lutador
É guerreiro
E é o dono da bola
Dá o sangue dentro das 4 linhas
Ele faz sua história

È gigante como um gladiador
Dentro de uma arena
Mostra as garras
Ultrapassa os limites
Sem ter dó, nem ter pena

É um craque de fé
Que o destino mostrou
Com a bola no pé
Sua meta é o gol

Ouououo
Ele é raça e emoção
Ouououo
Ele é campeão
Ouououo
Conquistou o mundo inteiro
Dentro e fora de campo
Sempre brilha uma estrela
Ele é o goleiro artilheiro

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Ficha Individual De Encaminhamento Do Aluno Sala De Recursos


ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE TERRA NOVA DO NORTE
ESCOLA ESTADUAL NORBERTO SCHWANTES
FICHA INDIVIDUAL DE ENCAMINHAMENTO DO ALUNO
SALA DE RECURSOS
Atendimento Educacional Especializado


RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO
2011
ESCOLA __________________________________________
ALUNO____________________________________________ DN____/____/______
SÉRIE___________________TURNO___________PROFESSOR (A) _____________
LAUDO: ( ) SIM ( ) NÃO
ESPECIFIQUE: _____________________________
DIA E HORÁRIO DE ATENDIMENTO:______________________________
ASPECTOS DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA/COMUNICAÇÃO

PENSAMENTO LÓGICO-MATEMÁTICA
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SOCIALIZAÇÃO / COMPORTAMENTO
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ASPECTOS FÍSICOS / MOTRICIDADE
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EXPRESSÃO ARTÍSTICA
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AVD (atividades da vida diária) – AVP (atividades da vida profissional)
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OBSERVAÇÕES COMPLEMENTARES
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INTERVENÇÕES A SEREM REALIZADAS
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ORIENTAÇÕES À EQUIPE ESCOLAR
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PROF. DA SALA MULTIFUNCIONAL:
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OBS: Anexar ao relatório uma produção da criança.


Aos colegas que copiarem para postar em seus blogs, favor dar as devidas referências
deixem seu comentário.

ABRAÇOS PEDAGÓGICOS

O que é Sala de recurso?

O que é Sala de recurso? Direitos dos alunos, dever da escola.

Atendimento Educacional Especializado

As pessoas com necessidades educacionais especiais têm assegurado pela Constituição Federal de 1988, o direito à educação (escolarização) realizada em classes comuns e ao atendimento educacional especializado complementar ou suplementar à escolarização, que deve ser realizado preferencialmente em salas de recursos na escola onde estejam matriculados, em outra escola, ou em centros de atendimento educacional especializado. Esse direito também está assegurado na LDBEN – Lei nº. 9.394/96, no parecer do CNE/CEB nº. 17/01, na Resolução CNE/CEB nº. 2, de 11 de setembro de 2001, na lei nº. 10.436/02 e no Decreto nº. 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
O Atendimento Educacional Especializado é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com Necessidades Educativas Especiais. Este pode ser em uma Sala de Recursos Multifuncionais, ou seja, um espaço organizado com materiais didáticos, pedagógicos, equipamentos e profissionais com formação para o atendimento às necessidades educacionais especiais, projetadas para oferecer suporte necessário às necessidades educacionais especiais dos alunos, favorecendo seu acesso ao conhecimento. Esse atendimento deverá ser paralelo ao horário das classes comuns. Uma mesma sala de recursos, conforme cronograma e horários pode atender alunos com, altas habilidades/superdotação, dislexia, hiperatividade, déficit de atenção ou outras necessidades educacionais especiais.
...uma nova gestão dos sistemas educacionais prevê a prioridade de ações de ampliação do acesso à Educação Infantil, o desenvolvimento de programas para professores a adequação arquitetônica dos prédios escolares para a acessibilidade. Preconiza também a organização de recursos técnicos e de serviços que promovam a acessibilidade pedagógica e nas comunicações aos alunos com necessidades educacionais especiais em todos os níveis, etapas e modalidades da educação. ( ALVES, 2006, p. 11)

Os princípios para organização das salas de recursos multifuncionais partem da concepção de que a escolarização de todos os alunos, com ou sem necessidades educacionais especiais, realiza-se em classes comuns do Ensino Regular, quando se reconhece que cada criança aprende e se desenvolve de maneira diferente e que o atendimento educacional especializado complementar e suplementar a escolarização podem ser desenvolvidos em outro espaço escolar.
Freqüentando o ensino regular e o atendimento especializado, o aluno com necessidades educacionais especiais tem assegurado seus direitos, sendo de responsabilidade da família, da Escola, do Sistema e da sociedade.

AS Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 2001, em seu artigo 2° orientam que: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidades para todos”. (Alves, 2006, p.11)


O atendimento educacional especializado constitui parte diversificada do currículo dos alunos com necessidades educacionais especiais, organizado institucionalmente para apoiar, complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. Dentre as atividades curriculares específicas desenvolvidas no atendimento educacional especializado em salas de recursos se destacam: o ensino de Libras, o sistema Braille e o soroban, a comunicação alternativa, o enriquecimento curricular, dentre outros, até mesmo o apoio educacional aos professores que estão na sala de aula com o aluno.
Esse atendimento não pode ser confundido com reforço escolar ou mera repetição dos conteúdos programáticos desenvolvidos na sala de aula, mas devem constituir um conjunto de procedimentos específicos mediadores do processo de apropriação e produção de conhecimentos.
Os alunos atendidos na Sala de Recursos são aqueles que apresentam alguma necessidade educacional especial, temporária ou permanente. Entre eles estão os alunos com dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares, os alunos com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais, os alunos que evidenciem altas habilidades/superdotação e que apresentem uma grande facilidade ou interesse em relação a algum tema ou grande criatividade ou talento específico. Também fazem parte destes grupos, os alunos que enfrentam limitações no processo de aprendizagem devido a condições, distúrbios, disfunções ou deficiências, tais como: autismo, hiperatividade, déficit de atenção, dislexia, deficiência física, paralisia cerebral e outros.
O professor da Sala de Recursos (formado em Pedagogia/Educação Especial) deve atuar, como docente, nas atividades de complementação ou suplementação curricular específica que constituem o atendimento educacional especializado; atuar de forma colaborativa com o professor da classe comum para a definição de estratégias pedagogias que favoreçam o acesso do aluno com necessidades educacionais especiais ao currículo e a sua interação no grupo; promover as condições de inclusão desses alunos em todas as atividades da escola; orientar as famílias para o seu envolvimento e a sua participação no processo educacional; informar a comunidade escolar a cerca da legislação e normas educacionais vigentes que asseguram a inclusão educacional; participar do processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às necessidades especiais dos alunos; preparar material específico para o uso dos alunos na sala de recursos; orientar a elaboração de material didático-pedagógico que possam ser utilizados pelos alunos nas classes comuns do ensino regular; indicar e orientar o uso de equipamentos e materiais específicos e de outros recursos existentes na família e na comunidade e articular, com gestores e professores, para que o projeto pedagógico da instituição de ensino se organize coletivamente numa perspectiva de educação inclusiva.

Fonte: http://educadoraespecial.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de abril de 2011